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Caminho de longa distância avaliado por meio de redes em copa de espécies arbóreas - (Teoria)
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Síntese:

Espécies lenhosas podem ser estudadas por meio de uma análise de rede na copa a fim de evidenciar a estrutura do caminho de longa distância percorrido pelo fluxo em massa no xilema e no floema. A rede na copa é composta por nós e conectores sendo possível quantificar, caracterizar a distância relativa entre essas estruturas e o tamanho da rede na copa. Um nó representa a região de origem de um ramo, e um conector o ramo emitido por uma gema localizada na região do nó. Geralmente os nós apresentam apenas 3 conectores. Os nós com 3 conectores são os nós regulares, os mais freqüentes na copa. No entanto, é possível identificar mais três tipos de nós, dois em função da posição relativa na copa, o nó final e o nó inicial e o terceiro por apresentar mais de 3 conectores, considerado nó de emissão. O número de nós e de conectores e a distância entre dois tipos de nós medida em número de conectores pode ser significativamente diferente em grupos de espécies lenhosas. Uma copa com poucos nós e poucos conectores e curta distância entre tipos de nós poderia facilitar o fluxo em massa principalmente no xilema. Espécies lenhosas com dificuldade de sucção da coluna de água por estarem livre de folhas no final da estação seca poderiam se beneficiar de uma copa mais simples com um número reduzido de nós, conectores e reduzida distância entre os nós diminuindo a resistência ao fluxo em massa durante a expansão das primeiras folhas. Esse é, por exemplo, o caso das espécies decíduas do Cerrado. Em contraste, a persistência da folhagem nas espécies sempre verdes do Cerrado poderia manter o fluxo em massa nos ramos durante o ano todo, inclusive na estação seca, mesmo em uma copa com elevado número de nós e de conectores e uma distância relativamente maior entre esses elementos estruturais.